Como sabemos a Audiência de Conciliação entre a Prefeitura Municipal de Maracanaú e o Sindicato da Categoria terminou mantendo o impasse: A Prefeitura manietada pela Lei de Responsabilidade Fiscal não consegue oferecer uma proposta que leve a mais recursos para o já muito bom salario dos Professores ( média de 4 a 5 mil reais).
O sindicato luta desesperadamente para ter algum ganho, não pela categoria, e sim para não ser uma derrota para a já enfraquecida diretoria.
As véspera de uma eleição e sem o Imposto Sindical o Sindicato precisa de força para atrair filiados e garantir os recursos para bancar as atividades politicas e a eterna candidatura a Vereadora da derrotada ex-presidente Vilani.
A luta é desesperadora e quem sofre são os alunos, a família e os novos professores, que em estagio probatório e com uma carreira pela frente, correm o risco de voltarem ao desemprego por participarem de uma greve ILEGAL, constarem 30 dias de faltas e a não recuperação das mesmas.
Em áudio no grupo da Rede Social do sindicato a ex-presidenta reconhece o esvaziamento da greve, chama os professores que estão nas escolas de covardes e solicita que todos tentem enganar os novos professores, afirmando que não vão sofrer nenhum problema.
Esse é um ato irresponsável e mostra a utilização dos jovens professores como massa de manobra de um sindicato que entrou numa aventura e não sabe como sair.
O que se pede de uma liderança sindical é responsabilidade com a categoria e não colocar os profissionais em risco, já que os mesmos não são números, possuem famílias
e dependentes para criar.

